A Justiça de Rondônia negou o pedido de tutela de urgência feito por um morador de Jaru que relata ter sofrido prejuízo de R$ 100.048,73 após cair no golpe do falso advogado. A decisão foi proferida pela 2ª Vara Cível de Jaru e envolve como rés empresas como Banco Safra, Mercado Pago, Banco Agibank, Cresol, PicPay, Stone Pagamentos e Facebook Serviços Online do Brasil.
Como a vítima foi abordada pelo golpe
O morador recebeu mensagens pelo WhatsApp de um suposto advogado que enviou uma decisão judicial falsa. Essa comunicação o induziu a contratar empréstimos e realizar transferências bancárias, gerando o prejuízo informado. As operações foram feitas a partir da própria conta da vítima, conforme apontado nos autos.
O juiz responsável entendeu que faltavam elementos suficientes para conceder a medida de urgência solicitada. Ele determinou que as empresas rés precisam ser ouvidas para esclarecer eventuais responsabilidades no caso.
Por que a tutela de urgência foi negada
A negativa da tutela baseou-se na necessidade de maior instrução processual. O magistrado considerou que as transações ocorreram diretamente da conta do autor, o que exige análise detalhada sobre a conduta das instituições financeiras e da plataforma de mensagens.
O processo segue agora seu trâmite regular na 2ª Vara Cível de Jaru. As partes rés terão oportunidade de apresentar defesas e documentos antes de qualquer decisão de mérito sobre o ressarcimento pretendido pelo morador.
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