O Ministério Público de Rondônia, por meio do Gaeco, deflagrou no dia 21 de setembro de 2026 a segunda fase da Operação Labirinto de Bronze. A ação resultou no cumprimento de três mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão em Ariquemes, além de medidas cautelares diversas da prisão e do sequestro de 50% das quotas de uma empresa sediada em Aparecida de Goiânia. As medidas contam com apoio operacional de polícias estaduais e visam aprofundar as investigações sobre lavagem de dinheiro e constituição de milícia privada.
Avanço das investigações após análise de aparelhos
A nova fase foi possível após o exame de aparelhos eletrônicos e documentos apreendidos na primeira etapa da operação. Esses elementos reforçaram indícios de uma estrutura armada e hierarquizada voltada a conflitos fundiários e a esquemas de ocultação patrimonial. O trabalho envolveu equipes do Ministério Público de Rondônia, da Polícia Civil de Rondônia, do Politec e da FTICCO.
Cumprimento de mandados em Rondônia e Goiás
Os mandados foram executados em Ariquemes e Porto Velho, no território rondoniense, e em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Em Ariquemes ocorreu a busca e apreensão, enquanto as prisões preventivas e as medidas cautelares atingiram investigados que atuariam na estrutura apontada pela investigação. O sequestro de quotas da empresa em Goiás integra as ações de bloqueio patrimonial.
Impacto local das medidas cautelares
As prisões e apreensões em Ariquemes e Porto Velho afetam diretamente a rotina de segurança em municípios rondonienses. A continuidade da operação indica que o Ministério Público de Rondônia mantém o foco em estruturas que envolvem lavagem de dinheiro e milícia privada no estado. Os próximos passos da investigação dependerão da análise de novos materiais coletados nesta fase.
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