Um professor do Colégio Estadual Tiradentes da Polícia Militar em Guajará-Mirim foi afastado cautelarmente pela Secretaria de Estado da Educação sob suspeita de divulgar deepfake íntimo com o rosto de uma aluna menor de idade. A medida foi adotada após denúncia formalizada pelo Conselho Tutelar, que acionou o Ministério Público de Rondônia e a Polícia Civil. O caso tramita em sigilo e envolve investigações cível e criminal conduzidas pelo MP-RO.
Medidas administrativas e policiais
A Seduc instaurou procedimento administrativo para apurar os fatos e determinou o afastamento imediato do docente. O professor foi conduzido à delegacia da Polícia Civil para prestar esclarecimentos. As autoridades mantêm sigilo sobre os detalhes da investigação para preservar a identidade da vítima e o andamento das apurações.
O Conselho Tutelar garantiu atendimento especializado à aluna e formalizou a denúncia junto ao Ministério Público e à Polícia Civil. O MP-RO ativou serviços de assistência social e saúde para oferecer suporte integral à menor de idade. Todas as ações visam assegurar a proteção da estudante durante o processo.
Atuação do mp-ro e órgãos parceiros
O Ministério Público de Rondônia abriu investigações em sigilo para verificar a possível configuração de violência, abuso ou exploração sexual. A Polícia Militar e a Polícia Civil atuam em conjunto com o Conselho Tutelar no recolhimento de informações. O procedimento segue os trâmites legais previstos para casos envolvendo menores de idade.
Posicionamento da secretaria de educação
A Secretaria de Estado da Educação reforçou seu compromisso com a proteção dos estudantes e repudiou qualquer conduta que viole os direitos de crianças e adolescentes.
A Secretaria repudia qualquer forma de violência, abuso ou exploração sexual contra crianças e adolescentes e reforça que condutas dessa natureza são incompatíveis com o ambiente escolar e com os princípios de proteção, respeito e garantia dos direitos dos estudantes.
Secretaria de Estado da Educação (Seduc)
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