O pai do jovem condutor envolvido no acidente que matou o empresário Everton Chalito de Moura prestou esclarecimentos na tarde de quarta-feira, 9 de setembro de 2026, na Redação do Extra de Rondônia. José Derli Câmara de Vargas afirmou que seu filho permaneceu no local após a colisão ocorrida na Avenida Major Amarante, em Vilhena, e negou que tenha havido embriaguez ou tentativa de fuga. O acidente, registrado na noite de domingo, 7 de setembro de 2026, deixou ainda três pessoas feridas.
Versão da família sobre os fatos
José Derli Câmara de Vargas explicou que o filho tentou socorrer as vítimas imediatamente após a colisão, mas foi impedido e agredido por populares que chegaram ao local. A família sustenta que o condutor não abandonou o veículo e aguardou a chegada da polícia para prestar esclarecimentos. Os esclarecimentos foram entregues junto com uma nota oficial que reforça a versão de permanência no local.
Contexto do acidente em Vilhena
O caso ocorreu na Avenida Major Amarante, principal via da cidade de Vilhena, e envolveu o jovem condutor, a vítima fatal Everton Chalito de Moura e três pessoas que sofreram ferimentos. A repercussão do acidente mobilizou a comunidade local, levando a família a buscar a imprensa para apresentar sua versão dos fatos. Até o momento, as autoridades de Rondônia não divulgaram o resultado de exames que possam confirmar ou afastar a alegação de embriaguez.
Meu filho tentou ajudar as vítimas, mas foi agredido por várias pessoas. Ele ficou no local até a polícia chegar. Não houve fuga
José Derli Câmara de Vargas
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