Sílvia de Amorim Jesus, moradora de Jaru, em Rondônia, foi declarada foragida após o Supremo Tribunal Federal expedir mandado de prisão em cumprimento à pena de 14 anos imposta por seu envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. O trânsito em julgado da condenação ocorreu em 13 de agosto, e o mandado foi emitido em 27 de agosto. A tornozeleira eletrônica parou de transmitir sinal em 28 de agosto, gerando alerta de rompimento, e a Secretaria de Estado de Justiça de Rondônia certificou a evasão em 5 de setembro de 2026.
Cronologia dos fatos no caso
Após o trânsito em julgado da sentença, a Justiça determinou o cumprimento imediato da pena privativa de liberdade. A monitoração eletrônica da ré deixou de enviar sinais por descarga da bateria, o que acionou o protocolo de alerta para possível violação. Equipes da Sejus-RO tentaram contato telefônico sem sucesso e constataram que Sílvia não se encontrava no endereço cadastrado.
Órgãos como a Polícia Federal e o Tribunal de Justiça de Rondônia foram comunicados sobre a situação. A certificação oficial de evasão foi emitida oito dias após o último sinal da tornozeleira, consolidando o status de foragida da condenada.
Posicionamento da defesa
A defesa de Sílvia de Amorim Jesus afirmou que não mantém comunicação com a cliente desde o aviso sobre o trânsito em julgado, mas ressalta a ausência de elementos suficientes para afirmar que houve rompimento intencional do equipamento.
A defesa informou ao g1 que não consegue comunicação com Sílvia desde que ela foi avisada sobre o trânsito em julgado, mas afirma que ainda não há informações suficientes para confirmar que a ré rompeu a tornozeleira.
Defesa de Sílvia de Amorim Jesus
As autoridades continuam as buscas para localizar a condenada e garantir o cumprimento da decisão judicial. O caso reforça os procedimentos adotados pelo STF em processos relacionados aos eventos de janeiro de 2023.
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