Uma mulher foi agredida pelo próprio pai em Ji-Paraná durante uma discussão familiar iniciada na noite de domingo, 16 de agosto de 2026. O desentendimento começou quando o pai questionou a vida afetiva da filha, o que levou à agressão física e a ameaças de morte caso a vítima registrasse a ocorrência. A mulher precisou de atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento na madrugada de segunda-feira, 17 de agosto, e posteriormente acionou a Polícia Militar.
Após o tapa no rosto, que causou ferimentos, a vítima procurou ajuda médica e, em seguida, comunicou o fato às autoridades. A Polícia Militar compareceu ao local, registrou o boletim de ocorrência e encaminhou o caso à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Ji-Paraná para as devidas providências.
Sequência dos fatos
O conflito familiar teve início na noite de domingo, quando o pai interrogou a filha sobre sua vida afetiva. Diante da resposta da mulher, o agressor desferiu um tapa no rosto dela e a ameaçou de morte em caso de denúncia. A vítima, ferida, dirigiu-se à UPA para receber atendimento médico ainda na madrugada de segunda-feira.
Após o socorro, ela acionou a Polícia Militar, que realizou o registro oficial do boletim de ocorrência. O caso foi então remetido à DEAM de Ji-Paraná, responsável por investigar agressões contra mulheres.
Atendimento às vítimas
Equipes da Polícia Militar e da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher atuaram de forma integrada para garantir o registro e o encaminhamento adequado da ocorrência. A vítima recebeu orientações sobre os próximos passos do processo e sobre os direitos assegurados pela legislação vigente.
O episódio reforça a importância de canais de denúncia disponíveis em Ji-Paraná para casos de violência doméstica. Autoridades locais mantêm o sigilo sobre detalhes adicionais do inquérito em andamento, conforme determina a lei.
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