O município de Vilhena pode assumir o controle completo da bancada de Rondônia no Senado Federal a partir de 2027, caso os candidatos e suplentes ligados à cidade sejam eleitos nas eleições de outubro de 2026 e ocorra licença simultânea dos titulares.
A possibilidade surge da combinação de duas vagas disputadas por nomes de Vilhena com a convocação de suplentes também da mesma localidade. A estratégia aproveita o peso econômico do agronegócio no Cone Sul rondoniense para ampliar a influência regional em Brasília.
Estratégia eleitoral em Vilhena
A eleição de Sílvia Cristina e Bruno Scheid, ambos com suplentes vilhenenses, forma a base do plano. Caso os titulares se licenciem ao mesmo tempo, os suplentes Marcelo Lucas e Guilherme Teodoro assumiriam as cadeiras, completando a representação exclusiva da cidade.
Além desses nomes, a composição envolve ainda Jaime Bagattoli, Mariana Carvalho, Fernando Máximo e Luciana Oliveira. A articulação busca concentrar decisões legislativas em torno de pautas ligadas à produção rural e à infraestrutura do interior do estado.
Impacto esperado para Rondônia
A concentração de mandatos em Vilhena altera o equilíbrio de forças políticas no estado, transferindo maior peso decisório para o Cone Sul. A bancada passaria a atuar de forma coordenada em temas como orçamento federal e políticas para o agronegócio.
O cenário permanece condicionado aos resultados das urnas em 2026 e à efetivação das licenças simultâneas. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a execução conjunta das licenças por parte dos candidatos citados.
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