O ex-prefeito de Porto Velho e candidato ao Governo do Estado, Hildon Chaves, cobrou o retorno imediato dos serviços de hemodinâmica no Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho. O setor permanece fechado desde maio de 2025 por falta de médicos especializados, apesar de contar com estrutura avaliada em R$ 3,7 milhões. O equipamento, inaugurado em 2017, já atendeu mais de dez mil pacientes antes da paralisação.
A cobrança foi feita em setembro de 2026 e destaca a ausência de profissionais capacitados como principal obstáculo para a retomada das atividades. Chaves atribui a inatividade à falta de gestão por parte do Governo do Estado, o que impede o acesso da população a tratamentos de alta complexidade.
Histórico da estrutura de hemodinâmica
O serviço de hemodinâmica foi implantado para oferecer procedimentos cardíacos e vasculares de alta complexidade no interior de Rondônia. Desde a inauguração, a unidade funcionou de forma contínua até maio de 2025, quando a falta de especialistas levou ao fechamento. A estrutura permanece intacta, mas sem previsão de retorno.
Especialistas consultados reforçam que a manutenção desse tipo de equipamento exige equipe médica permanente e investimentos regulares em capacitação. A paralisação atual gera fila de espera para pacientes que dependem desses procedimentos.
Posicionamento de hildon chaves e especialistas
Colocar essa estrutura em funcionamento é uma medida urgente, que já deveria ter sido tomada pelo Governo do Estado, para dar acesso geral a tratamentos de alta complexidade. Essa espera é injustificável, falta gestão no governo e quem sofre é a população
Hildon Chaves
O médico Luis Maiorquim também se manifestou sobre o tema e ressaltou a necessidade de reativar a unidade para ampliar o acesso da população.
Impactos para os pacientes de rondônia
Recolocar a estrutura da Hemodinâmica em funcionamento seria uma medida inteligente para ampliar o acesso da população a tratamentos de alta complexidade. Enquanto isso não acontece, quem continua esperando e sofrendo são os pacientes. Uma estrutura pública que custou milhões de reais aos cofres públicos e que não tem prazo para voltar a funcionar
Luis Maiorquim
A situação atual mantém os pacientes em espera por atendimentos que antes eram realizados localmente. A reabertura dependeria da contratação de profissionais especializados, medida que ainda não foi adotada pelo Governo do Estado.
Leave a comment