Michelle Bolsonaro foi arrolada como testemunha de defesa em um processo que tramita no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia e questiona o uso do nome “Bolsonaro” na urna eletrônica pelo candidato a vereador Bruno Scheid em Vilhena. O depoimento está marcado para os próximos dias após 24 de agosto de 2026, durante o período das eleições municipais. Esta é a terceira tentativa do Ministério Público Eleitoral de impedir o registro do nome, após duas negativas anteriores do tribunal.
O caso envolve alegações de possível confusão entre eleitores e captação ilícita de sufrágio por parte do MPE. A defesa sustenta que o nome foi alterado por meio de decisão judicial e que não existe vedação legal para seu uso na candidatura.
Contexto do processo eleitoral
O Ministério Público Eleitoral busca barrar o nome “Bolsonaro” alegando irregularidade no registro. Já a defesa do candidato Bruno Scheid argumenta que a alteração ocorreu dentro dos trâmites legais e que não há prova de intenção de confundir o eleitorado. O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia analisa o pedido pela terceira vez consecutiva.
O depoimento de Michelle Bolsonaro ocorre em Vilhena e deve esclarecer detalhes sobre o processo de mudança de nome do candidato. Fontes próximas ao caso indicam que a ex-primeira-dama acompanhou etapas anteriores da tramitação.
Argumentos da defesa
A defesa destaca que o nome foi regularizado judicialmente e que o candidato não cometeu qualquer violação à legislação eleitoral. Bruno Scheid concorre a uma vaga na Câmara Municipal de Vilhena nas eleições de 2026.
Michelle Bolsonaro é uma testemunha importante porque acompanhou de perto todo o processo de mudança de nome do Bruno e pode esclarecer que não há qualquer irregularidade
advogado de Scheid
O Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia decidirá nos próximos dias se mantém ou não o nome na urna eletrônica. O processo segue em sigilo e novas audiências podem ser agendadas até o fim do período eleitoral.
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