Uma ação rápida da Polícia Militar impediu que uma mulher grávida de 35 anos fosse assassinada a facadas pelo ex-marido dentro de uma loja na região central de Cerejeiras na manhã de sábado, 11 de julho de 2026. Populares acionaram a guarnição ao perceberem o ataque, e os militares entraram no estabelecimento, deram ordem de parada e dispararam um tiro de carabina que não atingiu o agressor, mas interrompeu o esfaqueamento. A vítima foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros com a faca ainda cravada no braço e será transferida para Vilhena, onde passará por cirurgia.
Ação da polícia militar
A intervenção ocorreu após o alerta imediato de testemunhas que viram o ex-marido agredir a ex-esposa no interior do comércio. Os policiais entraram no local, ordenaram a interrupção do ataque e efetuaram o disparo de advertência, o que permitiu a abordagem e a contenção do agressor sem que ele conseguisse prosseguir com as facadas.
O ex-marido já respondia a medidas protetivas de urgência deferidas pela Justiça por agressão e ameaça no âmbito doméstico, conforme registrado nos autos do processo. A tentativa de feminicídio foi frustrada graças à resposta célere das equipes de segurança pública que atuaram no local.
Contexto do relacionamento abusivo
Os fatos apontam para um histórico de violência doméstica entre o casal, que culminou na separação e na obtenção das medidas protetivas pela vítima. Mesmo com as restrições judiciais em vigor, o ex-marido desrespeitou as determinações e partiu para o ataque na manhã de sábado.
As autoridades destacam que casos como esse reforçam a importância do cumprimento das medidas protetivas e do rápido acionamento da polícia em situações de risco iminente. A investigação prossegue para apurar todos os detalhes do ocorrido.
Situação da vítima
A mulher grávida foi atendida no local pelos bombeiros e removida com a faca ainda cravada no braço para evitar maiores danos. Ela permanece sob cuidados médicos e será transferida para Vilhena, onde receberá o tratamento cirúrgico necessário.
Até o momento, não há informações sobre o estado de saúde do bebê. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deve ouvir testemunhas e analisar as circunstâncias do ataque.
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